Porto comercial e Porto de Pescas da ilha Graciosa

12-Set-2007
O Porto Comercial passará a ter um cais acostável de cerca de 220 metros, ao longo dos quais a profundidade será de 6,5 metros, com o que será possível criar dois postos de amarração.
Para além disso, manter-se-ão 50 metros de cais com profundidades entre os 3,5 e os 5 metros, melhorando-se, desta forma, a operacionalidade do porto.
A empreitada envolve uma reorientação da actual implantação do cais sobre o seu enraizamento e o aumento do terrapleno, mas a maior dificuldade será a de manter a operacionalidade do porto da Praia durante o período de construção, razão pela qual deverá ser curto o período de obras de mar.
O arranque das obras, orçadas em 2,5 milhões de euros, está previsto para o primeiro trimestre do próximo ano.
O sector de pescas também vai ser alvo de importantes melhoramentos, com obras orçadas em 2,6 milhões de euros.
Esses melhoramentos incluem a instalação de cais flutuantes, sinalização marítima, redes de água e de electricidade, dispositivo de combate a incêndios e pavimentação, bem como a construção de um novo edifício para a lota e de casas de aprestos.
O conjunto de obras que agora se inicia no porto comercial e de pescas da Graciosa, no valor global de 5,1 milhões de euros, é, para o presidente do Governo, “mais um passo em frente no desenvolvimento do sector produtivo dos Açores”.



Novo hotel da Graciosa

12-Set-2007
Para o presidente do Governo, o lançamento da 1ª pedra do novo hotel da Graciosa representa uma viragem no desenvolvimento turístico e empresarial da ilha.
As obras, no valor de 5,6 milhões de euros, a que acresce mais um milhão para mobiliário e equipamentos diversos, decorrerão sob a égide da empresa “Ilhas de Valor” e estarão concluídas no próximo Verão.
A nova unidade hoteleira, de quatro estrelas, vai acrescentar 120 camas às 80 disponíveis na ilha.
O presidente do Governo não deixou, porém, de assinalar o facto de a Graciosa não ter acompanhado o surto de iniciativas privadas que se verificou nas restantes ilhas, o que leva o Executivo a chamar a si a responsabilidade de provocar o salto qualitativo na oferta hoteleira da ilha.